Ana Margarida Portela Domingues



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Ana Margarida Portela Domingues

António Almeida da Costa

e a

Fábrica de Cerâmica das Devesas

antecedentes, fundação e maturação


de um complexo de artes industriais

(1858-1888)



Dissertação de Mestrado


em

História da Arte em Portugal

Seminário de Património e Restauro

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Porto - 2003

Sumário – Volume I

Agradecimentos

Chave para siglas e abreviaturas

introdução



I – ANTECEDENTES

1. Emídio Amatucci e as cantarias artísticas no início da década de 1850

2. Os Costa – uma família de canteiros

2.1 A naturalidade de António Almeida da Costa

2.2 A infância e a juventude de António Almeida da Costa

3. O papel de Emídio Amatucci na formação artística de António Almeida da Costa

3.1 A formação artística de António Almeida da Costa na Escola Industrial do Porto

4. A abertura da oficina de António Almeida da Costa

4.1 As primeiras obras

4.1.1 Os bustos executados para a Santa Casa da Misericórdia do Porto

4.1.2 A capela do Visconde de Pereira Machado

5. Outras obras sepulcrais da oficina de António Almeida da Costa anteriores a 1865

6. O início da relação artística entre António Almeida da Costa e José Joaquim Teixeira Lopes

6.1 A formação artística de José Joaquim Teixeira Lopes

6.2 A saída de José Joaquim Teixeira Lopes do anonimato

6.3 A capela de António Ribeiro Moreira, no Cemitério da Lapa

7. O concurso para o monumento a D. Pedro IV, no Porto

7.1 Resultados do concurso

8. O processo de construção do monumento a D. Pedro V, no Porto

8.1 A escolha do risco

8.2 Os irmãos Antunes dos Santos

8.3 José Joaquim Teixeira Lopes e a estátua de D. Pedro V

8.3.1 A propósito da estátua em gesso de D. Pedro V

8.4 As obras para o monumento na Praça da Batalha

8.5 A proposta de António Almeida da Costa para fundição da estátua

8.6 A conclusão da obra em cantaria e o reatar da querela entre os irmãos Antunes dos Santos e António Almeida da Costa

8.7 O pedestal do monumento a D. Pedro V

8.8 A visita real às obras do monumento e a fundição da estátua

8.9 A conclusão do monumento a D. Pedro V

8.10 Impacto artístico da estátua de D. Pedro V


II – fundação

1. o estado da indústria cerâmica no Porto e em Vila Nova de Gaia antes da fundação da Fábrica de Cerâmica das Devesas

1.1 A Fábrica de Santo António do Vale da Piedade

1.2 A indústria cerâmica no Porto e em Vila Nova de Gaia em meados da década de 1860

2. A fundação da Fábrica de Cerâmica das Devesas

2.1 O monumento dedicado a Manuel da Silva Passos

2.2 A formação de José Joaquim Teixeira Lopes em Paris

2.2.1 Análise da "União faz a força"

2.2.2 O regresso de José Joaquim Teixeira Lopes de Paris

2.3 Os primórdios da Fábrica de Cerâmica das Devesas

2.3.1 António Almeida da Costa e o negócio da cal

2.3.2 A aquisição de propriedades nas Devesas por parte de António Almeida da Costa

2.4 A problemática da fundação da Fábrica de Cerâmica das Devesas

2.4.1 A sociedade entre António Almeida da Costa e Bernardo José da Costa Soares Breda

2.5 Alguns dos primeiros equipamentos da Fábrica de Cerâmica das Devesas

2.6 O fim da sociedade com Bernardo José da Costa Soares Breda

2.7 A produção inicial da Fábrica de Cerâmica das Devesas

2.8 Caracterização da Fábrica de Cerâmica das Devesas no seu período inicial

3. Cantarias artísticas da oficina de António Almeida da Costa [1865-1875]

3.1 Os oficiais da oficina de António Almeida da Costa

3.2 A complementaridade entre a oficina de mármores e a fábrica de cerâmica

3.3 A lápide comemorativa na casa onde nasceu Almeida Garrett

3.4 O busto e a capela sepulcral do Comendador Manuel Francisco Duarte Cidade

3.5 A questão das firmas sociais das oficinas de António Almeida da Costa

3.6 Algumas obras em cantaria inspiradas em modelos franceses

3.6.1 A capela Vilalva

3.7 Diversidade tipológica na tumulária da oficina de António Almeida da Costa

3.7.1 Mausoléus rematados por figuras escultóricas

3.7.1.1 As alegorias da "Gratidão" e da "Fé"

3.7.1.2 O "Anjo do Silêncio" e o "Anjo Indicador"

3.7.1.3 Um mausoléu encimado por figura feminina dolente

3.7.2 Mausoléus em forma de calvário

3.7.3 O monumento sepulcral do Dr. José Plácido Campeam e a alegoria da "Caridade"

3.7.4 Monumentos sepulcrais em forma de capela da oficina de António Almeida da Costa

3.8 Actividades complementares de António Almeida da Costa

3.8.1 Outras obras executadas para a Mitra do Porto em meados da década de 1870

3.9 A intervenção de António Almeida da Costa no processo de falência de Emídio Amatucci

III – maturação

1. A expansão das instalações fabris nas Devesas

1.1 A sociedade entre António Almeida da Costa, José Joaquim Teixeira Lopes e Feliciano Rodrigues da Rocha

1.1.1 Análise da escritura de sociedade de 2 de Julho de 1874

1.1.2 O arrendamento feito por António Almeida da Costa e sua mulher à Fábrica de Cerâmica das Devesas

2. A Exposição Universal de Filadélfia em 1876

3. A Fábrica de Cerâmica das Devesas em 1877 e a rede de depósitos

4. O monumento ao Conde de Ferreira

5. O monumento sepulcral de Adriano da Costa Ramalho

6. A nova sociedade com Feliciano Rodrigues da Rocha

7. A oficina de cantarias de António Almeida da Costa no início da década de 1880

8. O complexo fabril das Devesas em 1881

8.1 O quarteirão norte

8.2 O quarteirão sul

8.3 O motor principal da fábrica

8.4 O pessoal operário da Fábrica de Cerâmica das Devesas em 1881

8.5 O mestre cerâmico João José da Fonseca

8.6 A produção da fábrica em 1881

8.6.1 As matérias primas em 1881

8.7 O capital industrial em 1881

8.8 A questão da telha do tipo Marselha

9. A Exposição de Cerâmica e o Congresso de Indústria Cerâmica em 1882

9.1 A Exposição de Cerâmica no Palácio de Cristal

9.2 O Congresso de Indústria Cerâmica

10. A escola de desenho na Fábrica de Cerâmica das Devesas

10.1 A inauguração da escola

10.2 Uma visita à escola

10.3 Da escola de desenho da Fábrica das Devesas à Escola Industrial de Gaia

11. O complexo fabril das Devesas e o seu pessoal operário em 1884

12. A criação da secção de fundição

13. A Exposição Agrícola de Lisboa em 1884

14. A criação da sucursal fabril junto à Estação ferroviária da Pampilhosa do Botão

14.1 A sucursal da Pampilhosa nos timbres da Fábrica das Devesas

15. As cantarias da oficina de Almeida Costa em meados da década de 1880

16. A capela de José Pereira da Costa Cardoso

17. Breve análise da evolução do complexo fabril das Devesas após 1888

17.1 A habilidade empresarial de António Almeida da Costa

17.2 A associação entre a arte e a indústria

17.3 Os catálogos da Fábrica das Devesas

17.4 A importância dos factores de produção

18. Breves apontamentos sobre o declínio da Fábrica de Cerâmica das Devesas

IV – Património

1. património industrial

2. Arqueologia Industrial

2.1 O caso português

3. turismo industrial

4. O legado do complexo fabril das Devesas

4.1 A produção

4.1.1 O Mendigo

4.1.2 Outras peças saídas da Fábrica de Cerâmica das Devesas

4.2 Os edifícios do complexo fabril das Devesas

4.2.1 Quarteirão norte

4.2.2 O quarteirão sul

4.2.3 Edifícios fabris na Pampilhosa

4.2.4 O depósito e a oficina de mármores no Porto

4.2.5 O antigo bairro operário da Fábrica de Cerâmica das Devesas

4.2.6 Outras dependências do complexo fabril nas Devesas

4.2.7 Asilo e creche da Fábrica de Cerâmica das Devesas

4.2.8 Os edifícios de habitação de António Almeida da Costa nas Devesas

5. o Complexo Fabril das Devesas como Património industrial

5.1 O projecto imobiliário para o quarteirão sul do complexo fabril das Devesas

5.2 Alternativas para a reabilitação do quarteirão sul do complexo fabril das Devesas

6. O conturbado processo de classificação do complexo fabril das Devesas (1983-2003)

Conclusão

Fontes manuscritas

Fontes impressas

Fontes iconográficas

Fontes cartográficas

Bibliografia



SumárioVolume II

Índice de ilustrações



Ilustrações

Apêndice documental (45 documentos: 1862-1900)

Lista das povoações portuguesas com obras da Fábrica das Devesas


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