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Itália - Agência AnsaLatina

Honduras: para Insulza, mediação da Costa Rica será 'difícil

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, advertiu hoje que as negociações mediadas pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias, para a resolução da crise política de Honduras são "difíceis" e "levarão tempo".

Insulza conversou nesta quarta-feira com Arias por telefone. O mandatário costa-riquenho promoverá, no próximo sábado, uma reunião entre o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e o mandatário de facto, Roberto Micheletti.
Durante uma reunião do Conselho Permanente da OEA, Insulza informou aos embaixadores presentes que Arias lhe pediu "calma" sobre os avanços concretos da mediação conduzida pela Costa Rica.
O secretário-geral da OEA pediu para os diplomatas "não perderem a perspectiva" e considerarem o fato de que as negociações entre Arias e os dois políticos hondurenhos "com certeza levará tempo".
A posição de Insulza está em sintonia com a opinião expressa na terça-feira pelo Departamento de Estado norte-americano. O porta-voz da Chancelaria dos Estados Unidos Ian Kelly disse que ambos os lados do impasse político "devem dar tempo ao processo" de diálogo, para que a ordem constitucional seja restabelecida.
"Todas as partes nas conversa devem dar a este processo algum tempo", reiterou Kelly, segundo quem "não deve ser estabelecido nenhum prazo artificial".
Zelaya foi destituído do poder de Honduras no dia 28 de junho, quando tentava realizar um referendo sobre a convocação de uma Assembleia Constituinte. O mandatário foi preso e, em seguida, expulso do país.
Após o episódio, o Congresso Nacional de Honduras nomeou Micheletti como novo presidente, para que permanecesse no poder até janeiro de 2010, quando terminaria o mandato de Zelaya.
O golpe de Estado foi duramente repreendido pelos países do continente. Em repúdio ao episódio, a OEA suspendeu Honduras de seu quadro de países-membros por tempo indeterminado.

Espanha - Agência EFE

EUA rejeitam medidas de força como solução à crise em Honduras

Os Estados Unidos pediram hoje a todos os atores sociais e políticos de Honduras para buscar "uma solução pacífica" à crise, após o presidente deposto Manuel Zelaya ter pedido em Guatemala que a população se mobilize contra a situação no país.


"Os EUA pedem a todos os atores sociais e políticos para encontrar uma solução pacífica à crise para restaurar a democracia" em Honduras, disse à Agência Efe um porta-voz do Departamento de Estado americano, sem rebater diretamente as declarações de Zelaya.
Na terça-feira, o presidente deposto pediu na Guatemala que os hondurenhos promovam uma insurreição, e assegurou que em breve voltará ao país para concluir seu mandato.
Ele também pediu à comunidade internacional para "isolar" os golpistas.
Segundo Zelaya, "o povo hondurenho tem, agora, direito à insurreição", a qual, disse, "é um processo legítimo que faz parte dos conceitos mais elevados do sentido da democracia frente a um Governo usurpador", e, no caso de Honduras, "é um direito que está incluído no artigo 3 da Constituição".
As delegações nomeadas por Zelaya e pelo novo presidente Roberto Micheletti devem realizar neste sábado uma nova rodada de diálogo na Costa Rica, onde o chefe de Estado costarriquenho, Oscar Arias, tenta fazer a mediação do conflito e forjar um acordo que leve a uma solução à crise.
O líder deposto afirmou que se o Governo golpista não cumprir neste fim de semana as resoluções da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da ONU, que exigem a restituição de Zelaya, o diálogo "fracassará".
Os EUA também aconselharam Zelaya a ter paciência e a dar ao Governo de Micheletti uma oportunidade ao diálogo.

Espanha - Agência EFE

Pesquisa aponta vantagem de candidato de oposição em Honduras

O candidato presidencial do opositor Partido Nacional de Honduras (PNH), Porfirio Lobo, tem vantagem de cinco pontos sobre o governista Elvin Santos, nas intenções de voto para as eleições de novembro, segundo uma pesquisa divulgada hoje.

No entanto, o governante Partido Liberal de Honduras (PLH) "continua sendo o preferido dos hondurenhos", apesar da crise causada pelo golpe de Estado contra Manuel Zelaya, substituído por Roberto Micheletti, indicou a enquete da CID-Gallup, publicada pelo jornal local "La Prensa" e a rádio "HRN".
Do total de consultados, 42% responderam que votariam em Lobo, 37% em Santos e 21% não sabe ou não respondeu.
Sobre os partidos políticos, 38% optariam pelo PLH, 33% pelo PNH, 27% por nenhum e 2% por outros.
"O Partido Liberal, frente à crise política em Honduras, tem uma vantagem sobre o Nacional. A saída de Zelaya e a chegada de Micheletti não afetaram a preferência pelo partido ao qual eles pertencem", especificou a enquete.
A pesquisa apontou ainda que 43% dos consultados indicaram que votará nas eleições gerais do dia 29 de novembro, nas quais o povo hondurenho escolherá o presidente, os deputados e os prefeitos para um mandato de 2010 a 2014.

TEMAS ECONÔMICOS E COMERCIAIS




Argentina - InfoBae

Lula dice que Brasil va camino a ser la quinta economía mundial

"Vamos a aprovechar lo que tenemos de bueno. Tenemos mercado, capacidad de producción y capacidad de consumo", aseguró el mandatario brasileño


"Brasil entró en una fase primorosa para transformarse en una gran economía. Si continuamos en este ritmo, no tengo duda que en los próximos diez años seremos la quinta economía del mundo", declaró Lula durante un encuentro con ejecutivos de General Motors (GM) en Brasil.
La reunión fue privada, pero la Presidencia divulgó el discurso de Lula ante los ejecutivos, quienes anunciaron que GM invertirá 1.000 millones de dólares para desarrollar dos nuevos modelos de automóviles.
"Brasil tiene condiciones para eso, sobro todo si Brasil fuera osado", agregó Lula sobre el potencial de convertirse en la quinta mayor economía del mundo.
El Fondo Monetario Internacional (FMI) situó a Brasil en 2008 en el número 10 entre las principales economías del mundo, atrás de los Estados Unidos, Japón, China, Alemania, Francia, Reino Unido, Italia, Rusia y España. Una lista similar del Banco Mundial ubicó al gigante sudamericano en el octavo lugar, encima de Rusia y España.
Lula destacó el potencial de los mercados sudamericano, africano, chino e indio para expandir las relaciones económicas de Brasil e impulsar su crecimiento, en momentos en que los países industrializados sufren los efectos de la crisis global. También puso de manifiesto la capacidad del mercado interno de su propio país.
"Vamos a aprovechar lo que tenemos de bueno. Tenemos mercado, capacidad de producción y capacidad de consumo", afirmó Lula en su discurso.
La economía brasileña creció 5,1% en 2008, pero el Banco Central proyectó que el Producto Bruto Interno (PBI) tendrá una reducción en 2009 para crecer sólo 1 por ciento.
El ministro de Hacienda, Guido Mantega, afirmó el lunes que el PBI brasileño crecerá 4,5% en 2010 y 5% al año siguiente.


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