Caras Companheiras



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Amigas,

En la Europa, 6 países todavía rechazan a mujeres el acceso al aborto, derecho fundamental. Son elles está a Chipre, Irlanda, el Polonia, Malta, Portugal y el principado de Andorra.

Se ha organizado un nuevo referéndum en Portugal el 11 de febrero de 2007 a por le despenalización del aborto, además de eso, las nuevas campañas en la defensa del SÍ. Nuestra solidaridad con las mujeres portuguesa es muy importante en este período. Para esto, la reunión pasada de la coordinación de la Marcha Mundial de las Mujeres de Europa decidió por la realización de manifestaciones en solidaridad a las mujeres portuguesa en el 18 de enero. Esta fecha fue elegida para recordar el 5to aniversario el primer juicio en Portugal contra 17 mujeres que habían realizado abortos.

El Secretariado Internacional de la Marcha Mundial de las Mujeres se solidariza con las mujeres portuguesa que están luchando para legalización de la aborto. Invitamos a las coordinaciónes nacionales que envien mensajes que de solidariedad para el mail cidadaniapelosim@gmail.com

Sigue abajo del correo de la coordinación portuguesa de la Marcha Mundial de las Mujeres.

 

Caras Companheiras:


No início do Novo Ano, a Coordenação Portuguesa da Marcha Mundial das Mulheres renova os desejos de um 2007 marcado por avanços nas nossas lutas feministas, de um ano em que mais direitos sejam conquistados, rumo à construção de um mundo melhor de Liberdade, Igualdade, Solidariedade, Justiça e Paz.

2007 vai ser um ano de grande importância para as mulheres portuguesas, com reflexos também para as mulheres da Europa e do Mundo.

Portugal vai fazer um referendo à despenalização do aborto, até às 10 semanas, por opção da mulher, em estabelecimento legal de saúde. Desde 1998, altura em que Portugal fez o seu primeiro referendo, sobre este mesmo tema, com uma margem reduzidíssima da vitória do Não, mas com uma abstenção de mais de 70%, ocorreram vários julgamentos de mulheres por terem abortado. Esses julgamentos que foram muito mediatizados – Maia, Aveiro, Lisboa, Setúbal – e que sempre contaram com a solidariedade às mulheres julgadas por parte das organizações de mulheres portuguesas, foram também notícia e motivo de grande contestação, em Portugal e na Europa.

No passado mês de Outubro, em Irún, no País Basco, aquando da última reunião da coordenação europeia da Marcha Mundial das Mulheres, houve o compromisso por parte da coordenação de fazer acções de solidariedade com a luta das mulheres portuguesas pela vitória do SIM à despenalização do aborto.

É por isso que hoje vos estamos a escrever. A campanha pela despenalização do aborto vai decorrer entre 30 de Janeiro e 9 de Fevereiro, sendo o referendo a 11 de Fevereiro. A pré-campanha já se iniciou e para além dos partidos que estarão presentes a apelar à participação pelo SIM (PS, PCP, BE), existem 5 movimentos de cidadãos e cidadãs que se constituíram: Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM com várias activistas da Marcha e com cidadãs e cidadãos de várias sensibilidades, Médicos pela Escolha, Jovens pelo SIM, Voto SIM, sendo que este movimento partiu de deputados e deputadas de vários partidos presentes no Parlamento (do Bloco de Esquerda ao Partido Social-Democrata) e Em Movimento pelo SIM (maioritariamente PCP).

No dia 18 de Janeiro passam 5 anos sobre a leitura da sentença do julgamento da Maia, um mega-julgamento que envolveu 17 mulheres. O que vos propomos é que nesse dia, nos vossos países, desenvolvam as acções de solidariedade que entenderem e que poderão passar por concentrações à porta das embaixadas de Portugal nos vossos países, ou o envio de moções de solidariedade com a luta pela despenalização e de apoio à vitória do SIM no referendo, ou o que entenderem como melhor.

De tudo o que fizerem, pedíamos que nos enviassem registos (comunicados de imprensa, fotografias das concentrações, etc) para que os possamos divulgar numa conferência de imprensa que iremos fazer no dia 23 de Janeiro, à qual daremos o nome de – Solidariedade Internacional pelo SIM – onde divulgaremos todos os apoios internacionais que tivermos recebido até àquela data.

Estamos disponíveis para todos os esclarecimentos que entenderem necessários. Ficamos pois a aguardar as vossas tomadas de posição.

Com um abraço feminista

Pela Coordenação Portuguesa da MMM


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