CP/acta 1555/06 12 julio 2006



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El Observatorio tendrá como objetivos estudiar, debatir, difundir, reunir antecedentes y promover todo tipo de actividades académicas sobre la Cuestión de las Islas Malvinas.
En ese sentido, las acciones prioritarias del Observatorio serán las de efectuar un seguimiento de la Cuestión de las Islas Malvinas en el país y en el mundo, de las acciones de relevancia de distintos actores del escenario internacional, con especial énfasis en los acontecimientos propios de la política exterior argentina y británica, dando cuenta de las actividades parlamentarias y no parlamentarias vinculadas a la Cuestión Malvinas; propiciar encuentros con parlamentarios y expertos de distintas orientaciones, provenientes de distintos países, en el marco de seminarios, talleres, cursos y debates sobre la relevancia de la Cuestión. Es, asimismo, intención de los diputados publicar una serie de documentos de trabajo que recojan las actividades desarrolladas anualmente por el Observatorio.
Se propiciará el encuentro de parlamentarios y expertos argentinos con sus pares de otros países para intercambiar opiniones sobre la Cuestión de las Islas Malvinas y difundir la posición argentina sobre el diferendo. Estos encuentros, dentro y fuera de la República, buscarán conectar a los miembros del Observatorio con distintos foros, casas de estudio y organizaciones estatales y de la sociedad civil, para concientizar sobre la importancia de la Cuestión y cooperar con las acciones desarrolladas por el Poder Ejecutivo nacional.
La Cuestión de las Islas Malvinas ha alcanzado un sentido político y cultural que trasciende nuestras fronteras y es hoy patrimonio común de América Latina. Es en este sentido que los parlamentarios argentinos comenzarán a explicitar desde el mes próximo la posición argentina ante los parlamentos del Mercado Común del Sur (MERCOSUR).
La iniciativa ha sido concebida como un espacio de reflexión sobre una cuestión de Estado extremadamente sensible para nuestra sociedad que forma parte de la política exterior desde el mismo inicio de la vida independiente y que constituye una prioridad en la política nacional. La disputa y la búsqueda de su solución se encuentran inscritas en la Constitución de la Nación Argentina.
La presidencia del Observatorio la ejerce el Presidente de la Comisión de Relaciones Exteriores de la Cámara de Diputados de la Nación y la componen diputados designados por todos los partidos políticos, con representación parlamentaria y personalidades del ámbito académico y científico.
Participaron del acto de creación del Observatorio ex cancilleres de gobiernos de distintos partidos políticos, representantes del cuerpo diplomático acreditado, senadores de la nación, representantes de las fuerzas armadas y personalidades del mundo científico y cultural.
Aliento a los Representantes aquí presentes a informar a sus congresos sobre esta iniciativa y fomentar la participación de sus miembros en esta noble empresa de esclarecimiento de la disputa de soberanía sobre las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sándwich del Sur y los espacios marítimos circundantes y de apoyo al logro de una solución pacífica y negociada de la misma.
Muchas gracias, señor Presidente.
El PRESIDENTE: Thank you for this very interesting update with regard to the question of the Malvinas Islands.

CONFERENCIA REGIONAL DE LAS AMÉRICAS

SOBRE LOS AVANCES Y DESAFÍOS

EN EL PLAN DE ACCIÓN CONTRA EL RACISMO, LA DISCRIMINACIÓN RACIAL,

LA XENOFOBIA Y LAS FORMAS CONEXAS DE INTOLERANCIA,

A CELEBRARSE EN BRASILIA, BRASIL, DEL 26 AL 28 DE 2006


El PRESIDENTE: I give the floor to the Ambassador of Brazil.
El REPRESENTANTE ALTERNO DEL BRASIL: Muito obrigado, Senhor Presidente.
Como é a primeira vez que a Delegação do Brasil toma a palavra, eu gostaria inicialmente de felicitar a sua posse na Presidência deste Conselho Permanente e ao mesmo tempo agradecer a atuação do Embaixador Ellsworth John na Presidência passada.
A Delegação do Brasil gostaria também de reconhecer o novo Embaixador do Chile, Embaixador Pedro Oyarce, e dar-lhe as boas-vindas. Sempre houve um trabalho muito próximo entre os dois países e concordamos plenamente com as linhas que, segundo o Embaixador, orientarão a cooperação, que é realmente a alma do multilateralismo.
Lamentamos também e gostaríamos de nos somar às condolências com relação à senhora Susana Ramsburg. Foi realmente um fato lamentável e nos juntamos às condolências aos seus familiares.
Por fim, também nos somamos às condolências ao Embaixador Eduardo Ritter, do Panamá, que realmente foi um Embaixador muito atuante e que deixou sua marca na OEA.
Senhor Presidente, senhores delegados, a Delegação do Brasil tem o prazer de informar a este Conselho Permanente que será realizada em Brasília, de 26 a 28 de julho corrente, a Conferência Regional das Américas sobre os Avanços e Desafios no Plano de Ação contra a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Intolerâncias Correlatas.
O evento está sendo organizado de modo a assemelhar-se a um diálogo interativo entre governos e a sociedade civil, não tendo, portanto, caráter de negociação intergovernamental. Para o Governo brasileiro, um dos principais objetivos do encontro será o de consolidar a percepção relativa, a importância da adoção de políticas públicas na promoção da igualdade racial para a consolidação da democracia no Continente americano.
Nesse sentido, pretende o Brasil reavivar a matéria e destacá-la na agenda política regional. Quer também efetuar um balanço construtivo das medidas em curso na região, com vistas a combater a discriminação e a intolerância, identificar experiências bem-sucedidas e debater sugestões para o aprimoramento das políticas públicas.
No que se refere ao formato dessa conferência, ela difere dos padrões tradicionais de eventos semelhantes, na medida em que não será negociado um documento vinculador a ser endossado pelos delegados governamentais ou pela sociedade civil. A Presidência da Conferência deverá emitir apenas um documento de conclusões, a Chair’s Summary, de sua responsabilidade, que permitirá registrar os principais temas debatidos e, se for o caso, eventuais entendimentos, que não comprometam as posições das delegações participantes.
Passados vários anos da realização da pré-Conferência de Santiago, em 2001, e da Terceira Conferência Mundial contra o Racismo, em 2001, na cidade de Durban, África do Sul, este será o momento em que os países americanos voltam a se reunir para avaliar os avanços, compartilhar resultados, discutir os problemas na implementação do Plano de Ação de Durban, traçar desafios e propor alternativas para lograr a efetivação dos objetivos propostos pelos Estados membros.
Na avaliação do Governo brasileiro, os resultados da Conferência de Brasília, a realizar-se agora, embora não façam parte de uma negociação governamental strictu senso, servirão para identificar posições e reunir valiosos subsídios que muito favorecerão as próximas negociações, a iniciar-se ainda em 2006, relativas ao projeto de Convenção Interamericana contra o Racismo e toda Forma de Discriminação e Intolerância. É neste sentido que o Governo brasileiro entende, por meio das missões permanentes aqui representadas, para participação de seus países na Conferência Regional das Américas contra o Racismo.
Muito obrigado, Senhor Presidente.

El PRESIDENTE: Thank you very much.



ANUNCIOS DE LA DELEGACIÓN DE LOS ESTADOS UNIDOS
El PRESIDENTE: The Alternate Representative of the United States of America has the floor.
El REPRESENTANTE ALTERNO DE LOS ESTADOS UNIDOS: Thank you again, Mr. Chairman.
The U.S. Delegation has two short announcements that we see as very positive developments with respect to peace and security in the Hemisphere.
First, the United States has increased the amount of its financial support to the Mission to Support the Peace Process in Colombia (MAPP/OAS) beyond the $1.5 million that we announced on May 19. We are very pleased to continue our support of that effort and wish the Organization of American States well, as well as the Government and people of Colombia.
Second, on July 6, the U.S. Government contributed a further $1,852,000 to the Program for Comprehensive Action against Antipersonnel Mines (AICMA) to support humanitarian mine-clearing operations and assistance for victims in the Hemisphere.
In the past ten years, the U.S. Government has awarded more than $33 million to demining in Latin America, and we have worked both bilaterally and with AICMA to eliminate the thousands of legacy land mines that pose a daily threat to our citizens. Of the $1.85 million that we contributed last week, $1,450,000 has been given for demining activities in Nicaragua’s North Atlantic Autonomous Region to help conclude demining activity there in 2007. The United States has offered an additional $283,000 for assistance to mine victim programs in Nicaragua and Honduras. With this support, the OAS will be able to provide further rehabilitation and vocational training to as many as 325 land mine survivors.
Finally, Mr. Chairman, the United States has offered $112,500 to the OAS to help the Government of Chile purchase demining base camp equipment so that Chileans can continue their own demining efforts.
The United States remains committed to supporting AICMA and its work with receptive governments to eliminate the land mine threat to our citizens throughout the Hemisphere.
Thank you, Mr. Chairman.
El PRESIDENTE: Thank you very much for this very interesting information. I express the gratitude of this Council to the U.S. Government for its contribution to the solution of the demining problem in the Hemisphere.
The Alternate Representative of Honduras has the floor.
La REPRESENTANTE INTERINA DE HONDURAS: Muchas gracias, señor Presidente.
Por ser la primera vez que mi Delegación toma la palabra, permítame felicitarlo al asumir sus difíciles e importantes funciones y desearle el mayor de los éxitos en el desempeño de las mismas.
También quisiera dar las gracias al Embajador Ellsworth John por su excelente desempeño en los meses previos a la Asamblea General y, asimismo, por su desempeño en la Comisión General de la Asamblea.
Quiero aprovechar esta ocasión para felicitar con mucho cariño y con sinceros deseos al Embajador Pedro Oyarce y desearle la más exitosa permanencia como Embajador de Chile ante la OEA.
Deseo sumarme a las condolencias que se han presentado en este Consejo Permanente al Embajador de Panamá por el sentido fallecimiento de una figura prominente de los círculos políticos e intelectuales de su país, como fue el Embajador Eduardo Ritter. También quisiera expresar mis condolencias a los traductores, intérpretes y staff de la Organización de los Estados Americanos por el sentido fallecimiento de la señora Susana Ramsburg, Jefa de la Sección de Idiomas, y, al mismo tiempo, hacer un reconocimiento a ese sector esencial para nuestras labores, cuales son los intérpretes y traductores. Sin ellos no podríamos realizar nuestras labores en los cuatro idiomas oficiales de la Organización.
Deseo agradecer, asimismo, a la Delegación de los Estados Unidos por la excelente noticia que nos ha brindado al dar a conocer el sustancial aporte que está realizando para la continuación de las labores de desminado en el Continente, la atención humanitaria, rehabilitación y entrenamiento vocacional para las víctimas, tanto en mi país Honduras como en la hermana República de Nicaragua, a través del Programa de Acción Integral contra las Minas Antipersonal que, de manera exitosa, viene realizando la OEA desde hace muchos años. Quisiera agradecer también a la Delegación de los Estados Unidos por su compromiso de continuar en esta labor para que los países de las Américas podamos deshacernos de este terrible flagelo de las minas antipersonal.
Muchas gracias.
El PRESIDENTE: Thank you. I give the floor to the Representative of Chile.
El REPRESENTANTE PERMANENTE DE CHILE: Señor Presidente, seré muy breve por la hora. Quiero referirme a dos cosas.
Primero, quisiera agradecer la información proporcionada por el Representante del Brasil sobre un tema prioritario para la construcción de la democracia. Creo que el seguimiento de la Conferencia Preparatoria de las Américas Contra el Racismo, la Discriminación Racial, la Xenofobia y las Formas Conexas de Intolerancia, celebrada en Santiago, Chile, y de la Conferencia Mundial contra el Racismo, la Discriminación Racial, la Xenofobia y las Formas Conexas de Intolerancia, celebrada en Durban, Sudáfrica, es un elemento central en la construcción de democracias más inclusivas y tolerantes. Junto con la sociedad civil, ojalá tengamos –como lo hicimos hace más de cinco años en Santiago– la capacidad de mirarnos a nosotros mismos para construir democracias, como decía, más tolerantes y con menos discriminación.
En segundo lugar, quisiera agradecer la contribución que ha anunciado el Gobierno de los Estados Unidos a los programas de desminado, conducidos en cooperación con la OEA. Chile se beneficiará, como lo dijo él, de este generoso aporte. Este es un tema que tiene múltiples dimensiones, pero ciertamente la humanitaria es la que más nos conmueve. Continuaremos, como gobierno, haciendo todos los esfuerzos para implementar el espíritu de Ottawa y recoger no solo las obligaciones jurídicas, sino las responsabilidades éticas que ahí se plantearon.
Muchas gracias, señor Presidente.
El PRESIDENTE: Thank you, Mr. Ambassador.
There being no other requests for the floor and no other matters to discuss, it took us three and a half hours to take this vehicle, the Permanent Council, to this point. I was in the driver’s seat; you know that. Thank you for your cooperation. Once again, I stress to you that during my tenure here, I would like to adhere to the KISS principle, “keep it short and simple.”
Thank you very much. This meeting stands adjourned.



1. Grabación defectuosa.
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