Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Ciências Sociais Departamento de História Relatório Final Violência institucional e autocracia de Estado



Descargar 1.77 Mb.
Página28/28
Fecha de conversión03.05.2017
Tamaño1.77 Mb.
1   ...   20   21   22   23   24   25   26   27   28

512 Documentário: Notícia de uma guerra particular. Brasil: vídeo filmes, 1999. Direção, Katia Lund, João Moreira Salles; edição, Flavio Nunes; produção, Raquel Freire Zangrandi.





513 Ermínia Maricato é professora-titular, coordenadora do Curso de Pós-Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, e do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. É autora do livro Brasil cidades: alternativas para a crise urbana , São Paulo:Vozes, 2001.


514 A história oral é uma metodologia de pesquisa que consiste em realizar entrevistas gravadas com pessoas que podem testemunhar sobre acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida ou outros aspectos da história contemporânea. Começou a ser utilizada nos anos 1950, após a invenção do gravador, nos Estados Unidos, na Europa e no México, e desde então difundiu-se bastante. Ganhou também cada vez mais adeptos, ampliando-se o intercâmbio entre os que a praticam: historiadores, antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, pedagogos, teóricos da literatura, psicólogos e outros. SITE: http://www.cpdoc.fgv.br/comum/htm/

515 ANTONACCI, Maria Antonieta. Apresentação In: Projeto História: Ética, História Oral. PUC-SP. Número 15. pg 5.

516 As entrevistas serão mostradas, nesse relatório, mais adiante.

517 "Perfil dos presos . . . " Folha de S. Paulo, 20 de março de 1998.

518 HERKENHOFF. João Baptista. Crime: Tratamento sem prisão. Porto Alegre: Livraria do advogado, 1998, 3º edição, p.31-32.

519 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

520http://www.uj.com.br/publicacoes/doutrinas.

521 “O Brasil ocupa oitava posição mundial em número de presos, diz diretor do Depen”. In: Agência Brasil, 18 de setembro de 2007:

522 João Baptista Herkenhoff é livre docente da Universidade Federal do Espírito Santo, Mestre em Direito pela PUC-RJ, advogado, Promotor de justiça, Juiz do Trabalho.

523 HERKENHOFF. João Baptista. Crime: Tratamento sem prisão. Porto Alegre:Livraria do advogado, 1998, 3º edição, p.42.

524 Idem, p.37.

525 Art. 1º e Art. 22 e Parágrafo único – respectivamente, da Lei de Execução Penal.

526 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

527 Entrevista 3 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 16:46:08. Local: Osasco.

528 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.

529 www.ovp-sp.org/justiça-injustiça.

530 Lei de 3 dezembro de 1841, art. 4, parágrafo 7. In: Coleção de Leis do Império do Brasil, 1872.

531 SA, Geraldo Ribeiro de. A prisão dos excluídos: origens e reflexões sobre a pena privativa de liberdade. Rio de Janeiro. Ed.Diadorim, 1996. p.109.

532 SA, Geraldo Ribeiro de. A prisão dos excluídos: origens e reflexões sobre a pena privativa de liberdade. Rio de Janeiro: Diadorim: EDUFJF, 1996.

533 PEDROSO, Regina Célia. Os signos da opressão: historia e violência nas prisões brasileiras. São Paulo: Arquivo do Estado: Imprensa Oficial do Estado, 2003.

534 HERKENHOFF. João Baptista. Crime: Tratamento Sem Prisão. Porto Alegre, RS. Livraria do Advogado, 1998.


535 Pós Regime Militar (1964-1985).

536 Ministério da Saúde/Datasus/SIM (in CATÃO, 199:37).

537 NETO, Paulo de Mesquita. Crime, violência e incerteza política no Brasil. In: A Violência do Cotidiana. 2001, p.30-31.

538 NETO, Paulo de Mesquita. Crime, violência e incerteza política no Brasil. In: A Violência do Cotidiana. 2001, p.31-32.

539 Idem.

540A censura, que era comandada pelo Sistema nacional de Informações (SNI e pelo Departamento de Organizaçao Política e Social (DOPS), proibiu toda e qualquer exibição em território nacional de filmes, reportagens, fotos, transmissão de rádio e televisão, que comprometeria a ordem da ditadura no Brasil.

541 DOMINGUES, Sérgio. “Globo: o futuro não começou porque o passado está escondido”. SITE: http://www.revolutas.net/index.php?INTEGRA=229.

542 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

543 Jovem Pan alerta: Datena no pânico. Por: Bruna Lacorte. SITE: http://www.jovempanfm.com.br/entrevistas/datena2.php

544 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

545 Ver: LEP Art. 41, I.

546 Ver: LEP Art. 14.

547 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.

548 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

549 Fonte: Jornal O Estado de São Paulo - 03/09/2003.

550 Fonte Yara Aquino. Repórter do jornal Agência do Brasil 18/09/2007

551 COGHI, C. A Casa de Detenção. Comunicação & Educação, Brasil, v. 10, n. 1, 2008.p.82. Disponivel em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/4921/4736.

552 MARICATO. Erminia. O Brasil atrás das grades. O contato dos presos com o mundo exterior. 1998. SITE HRW.

553 www.viajus.com.br/viajus.php?pagina=artigos&id=614 - 25k -

554 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.

555 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

556 Entrevista 3 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009,16:46:08 Local: Osasco.

557 Entrevista 4 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009,14:08:26Local: Osasco.

558 LEP no ART.41, Inciso II

559 Art. 53 - Constituem: I - advertência verbal; II - repreensão; III - suspensão ou restrição de direitos (art. 41, parágrafo único); IV - isolamento na própria cela, ou em local adequado, nos estabelecimentos que possuam alojamento coletivo, observado o disposto no art. 88 desta Lei. Art. 54 - As sanções dos incisos I a III do artigo anterior serão aplicadas pelo diretor do estabelecimento; a do inciso IV, por conselho disciplinar, conforme dispuser o regulamento. (Lei de Execução Penal LEI N.º 7.210, DE 11 DE JULHO DE 1984).

560 www.planalto.gov.br

561  MACHADO, Marcello Lavenere.  Historia de um massacre: Casa de Detenção de São Paulo / Marcello Lavenere Machado, João Benedito de Azevedo Marques. Brasília: OAB São Paulo: Cortez, 1993.p. 10.

562 Idem.p.99.

563 SALLA, Fernando. De Montoro a Lembo: as políticas penitenciarias em São Paulo. Revista brasileira de segurança publica. São Paulo, Ano 1, Edição 1, 2007. p. 78.

564 COGHI, C. A Casa de Detenção. Comunicação & Educação, Brasil, v. 10, n. 1, 2008.p.89. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/4921/4736.

565 COLNAGO, Rodrigo Henrique. Crime e política penal: crise do sistema prisional e alternativas às prisões, dissertação para obtenção do grau de mestre em Direito Processual pela PUC-SP, 2006. P. 20.

566 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

567 É de fundamental importância salientar que os nomes usados não são verdadeiros, ou seja, foram atribuídos codinomes para não colocar em risco a integridade pessoal do entrevistado.

568 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

569 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.

571 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.


572 Idem.

573 Idem

574 Idem.

575 Idem.

576 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

577 Entrevista 3 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009,16:46:08 Local: Osasco.

578 Entrevista 1 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 12:58:12. Local: Osasco.

579 Entrevista 2 concedida ao autor. Data: sábado, 28 de fevereiro de 2009, 15:37:20. Local: Osasco.

580 Vera Lucia Vieira. Artigo aceito para apresentação en la VI Jornadas Latinoamericanas de Historia de las Relaciones Internacionales: “Regiones y Naciones. Las Relaciones Internacionales en el Espacio Latinoamericano y en el Mundo”.  Universidad Católica de Santiago del Estero. Argentina. 9 al 11 de Septiembre de 2009. No prelo: Caliban. Revista Cubana  de  Pensamiento e Historia. Instituto de Investigaciones de la Cultura Cubana Juan Marinello. Cuba. http://www.revistacaliban.cu. Eugenia Cecília Gomez Castañeda- Pós graduada em Ciências Jurídicas e pleiteante a bolsa se mestrado pelo convênio CNPQ/Mercosul. Orientanda da Prof. Dr. Vera Lucia Vieira. E-mail: ceci_25gc@hotmail.com

581 - Tempo Brasileiro sobre «Identidade e Memória»:Rio de Janeiro, 95, out.-dez., 1988. Anuário Antropológico 1982. Seminário sobre «A Construção da Identidade em Sociedades Indígenas», Revista Estudos Históricos, «Identidade Nacional» do CPDOC/FGV, Rio de Janeiro, volume 1, número 2, de 1988. SACHS, Viola et al.: Religião e Identidade Nacional, Rio de Janeiro: Graal, 1988; ORLANDI, Eni Puccinelli (org.): Discurso Fundador (A formação do país e a construção da identidade nacional), Campinas: Pontes, 1993; ANTELO, Raúl (org.): Identidade & Representação, Florianópolis: Pós-Graduação em Letras, Teoria Literária e Literatura Brasileira (UFSC), 1994; etc..

582 - DAVIS, Haroldo Eugene, “História de la ideas em latiamérica”, in: ZEA, Leopoldo (comp) (1995), Fuentes de la Cultura Latinoamericana, Vol II. Col. Tierra Firme, Fondo de Cultura Econômica, México.

583 - Considera ainda que outros estudos anteriores (Crawford, Poviña, Trujillo, Echeverría) são mais voltados para análises sociológicas do que históricas propriamente dito, e que recentemente os estudos mais completos buscam consolidar o pensamento latino-americano do século XIX. DAVIS(1995:223).

584 - No caso da América Latina as identidades construídas a partir do outro são inúmeras, a começar pelo próprio termo "América Latina" que nada mais é que uma criação de Luís Bonaparte para designar o território que pretendia conquistar, ou seja, era o olhar do dominador concebendo uma identidade totalmente alheia ao povo que constituía essas sociedades.

585 - BRUIT, Héctor H., “A Invenção da América Latina”, doc. preliminar mimeo.

586 - Segundo o autor, o termo seria invenção de dois sul americanos, o argentino Carlos Calvo e o colombiano José Maria Torres Caicedo que moravam em Paris à época napoleônica e publicaram sobre a AL.

587 Reeditado com outro nome no mesmo ano de 1945: Examen espectral de América Latina.

588 - PRADO, Maria Lígia Coelho (1999), “Natureza e identidade nacional nas Américas”, in: América latina no século XIX. Tramas, Telas e Textos, SP. EDUSC.

589ODDONE, Juan, “Notas sobre el problema de la identidad latinoamericana”, (1991), vol. Quinientos años de História, sentido y proyección, Coleção Tierra Firme.

590 - HASTINGS, Adrian, (1997), A Construção da nacionalidade: ética, religião e nacionalismo. Cambridge.

591 - MENEZES, Eduardo Diatahy B. de. (2000), Crítica da noção de identidade cultural. XXII Reunião Brasileira de Antropologia. Simpósio 02: "Subjetividade, Identidade e Brasilidade". BRASÍLIA: Julho. MENEZES, Eduardo Diatahy B. de, “Identidade Nacional: crítica da noção de identidade cultural”, Lista de discussão http://www.uepg.br/anpuh/idn/diatahy.htm.

592 - ERIKSON, Erik H., (1968), Identity, Youth and Crisis. New York: W. W. Norton & Co.

593 - LÉVI-STRAUSS, Claude (1977), Identité. Séminaire interdisciplinaire. Paris: Bernard Grasset.

594 - OLIVEIRA, Roberto Cardoso de (1976), Identidade, Etnia e Estrutura Social. São Paulo: Pioneira.

595 - HALL, Stuart, (1998), A Questão da Identidade Cultural, Col. «Textos Didáticos» - 18. Campinas: IFCH/UNICAMP.

596 - CHASIN, JOSÉ (2000), A Miséria Brasileira: 1964-1984 – do golpe militar à crise social, Ed. Ad Hominem, Santo André.

597 - COSTA, Antonio Luiz Monteiro Coelho da, As Línguas da América Latina, in http://antonioluizcosta.sites.uol.com.br/Linguas.htm

598 As cinco exceções são: Brasil (português), Haiti (francês), Porto Rico (duas línguas oficiais: espanhol e inglês), Paraguai (espanhol e guarani) e Peru (espanhol, quéchua e aimara).

599 - Segundo ele, as regras gramaticais dessas línguas têm poucas exceções (ou nenhuma), as palavras derivadas são construídas com um sistema perfeitamente racional de sufixos e suas sentenças são estruturadas com muito mais rigor lógico do que as do espanhol, do alemão ou do inglês. Lingüistas já sugeriram, seriamente, que a linguagem ideal para programação de computadores é o aimara. Do ponto de vista da precisão lógica, essa língua falada por camponeses peruanos e bolivianos das vizinhanças do Titicaca talvez seja a língua mais perfeita da humanidade.

600 - Tal desunião não só fragiliza os países da região nas relações internacionais, como tem sido usada pelos países desenvolvidos para minar seus esforços de integração.

601 - CALDERA, Alejandro Serrano,”La historia como reafirmación o como destrucción”, in: Col. Tierra Firme (1991), IPGeH, México.

602 LOWENTHAL, Abraham F. “Latin America at the Century's Turn”. in: Journal of Democracy, (April 2000), Volume 11, Number 2, Editors The Johns Hopkins University Press. Larry Diamond and Marc F. Plattner, pp. 41-55.

603 ORTIZ, Ramón D.. in: Revista Española de Defensa, nº 147 (maio de 2000), Ministério de Defensa de España.

604 Realizado em Brasília, de 31 de julho a 2 de agosto, pelo Instituto de Estudos Políticos e Sociais (IEPES), com o apoio do Instituto Rio Branco (IRBr), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). 2002, sob os auspícios do governo brasileiro.

605 Na época Coordenador do Programa de Gobierno y Gestión Pública del Centro de Análisis de Políticas Públicas, Universidad de Chile.

606 FERNANDES, F. Nova República? Rio de Janeiro, Zahar, 1986. SALVATORE, R.; AGUIRRE, C. e JOSEPH, G. (eds). (2001). Crime and Punishment in Latin America Law and Society since Colonial. Times.Durham, Duke University Press.

607 No caso do Brasil, apenas para situarmos a última ditadura, desde 1985, “após 2 anos de distensão, a autocracia manifestava-se não somente pela composição entre os principais setores autocráticos, governistas e oposicionistas, realizando politicamente uma verdadeira composição pelo alto, (...) mas também por viabilizar o fim do cesarismo militar sem romper com a institucionalidade autoritária que dava sustentação”. FERNANDES, 1986, p. 22, apud MACIEL D. (2004). A argamassa da ordem. Da ditadura Militar à Nova República (1974-1985). São Paulo, Xamã, p. 319.

608 Ademar Trindade Cruz, Adrianne Eliin Modesto, Anderson Cirino da Silva, Ana Elisa Herreira, Alexandre Barbieri, Alberto Hyun Suk Yoon, Bárbara Barbosa Born, Carina da Silva Lima, Bergman de Paula Pereira, Daniela Silva de Almeida, Daniel Tadeu Fontes, Débora Cibele de Benedetto e Silva, Donina Cibelle de Lemos Rocha, Ediglebson da Cruz Silva, Eduardo G. Piacsek, Flávia Dias, Fernanda Araújo, Fernanda Bretones Lane, Gaia Manetti, Gabriela Leal, Giselle Cristina Santos, Gustavo Antonio de Pena, Gustavo Antonio de Pena, Guilherme Botelho, Henrique Sugahara Francisco José Rubens de Morais, Juliana Ferreira dos Santos, Juliana M. Siqueira, Lorival Janjácomo, Luciana da Conceição Feltrim, Luiz Augusto Tavares, Luiz Felipe L. Foresti, Luzia Gomes de Araújo Nicolia, Karla Maestrini, Samantha de Souza Gomes, Marina Borges Alves de Souza, Mayra Oliveira Lourenço, Marjah Di Giglio Millan, Monique Félix Borin, Murillo Peretti Lopes, Paola Martinelli Garcia, Priscila Borelli, Rafael Tadeu Santos Carneiro, Renato Paladino, Regina Pinheiro de Almeida Borovac, Shirley Silva, Talita Oliveira Sousa, Tiziana, Vanessa de Mattos, Viviane de Azevado Lucato, Romeu de Loreto Neto, Winstya Eufrásio. Agradeço em particular a colaboração de Luiz Felipe L. Foresti, Eduardo G. Piacsek e Luciana da Conceição Feltrim, esta última por seu auxílio na categorização do material.

1   ...   20   21   22   23   24   25   26   27   28


La base de datos está protegida por derechos de autor ©bazica.org 2016
enviar mensaje

    Página principal